O chefe do Hezbollah no Líbano, Naim Qassem, diz: “Não nos renderemos e continuaremos a defender o Líbano e o seu povo, por mais tempo que leve e por maiores que sejam os sacrifícios…” Arquivo | Crédito da foto: Reuters
O chefe do Hezbollah, Naim Qassem, disse na terça-feira (12 de maio de 2026) que as armas de seu grupo apoiado pelo Irã não faziam parte das próximas negociações entre o Líbano e Israel, e prometeu que seus combatentes transformariam o campo de batalha em um “inferno” para as forças israelenses.
“Ninguém fora do Líbano tem nada a ver com as armas, a resistência… este é um assunto interno libanês e não faz parte das negociações com o inimigo”, disse o Sr. Qassem numa declaração escrita antes de uma terceira ronda de conversações em Washington entre representantes libaneses e israelitas nesta quinta-feira (14 de maio de 2026) e sexta-feira (15 de maio de 2026).

“Não nos renderemos e continuaremos a defender o Líbano e o seu povo, por mais tempo que demore e por maiores que sejam os sacrifícios… não abandonaremos o campo de batalha e vamos transformá-lo num inferno para Israel”, acrescentou ele na declaração, que foi dirigida aos combatentes do grupo e transmitida pelo seu canal de televisão Al-Manar, enquanto os combates continuam no Líbano, apesar de um cessar-fogo.
Publicado – 12 de maio de 2026, 16h57 IST
