Início Tecnologia Família culpa sistema hospitalar de IA depois que mulher morre esperando por...

Família culpa sistema hospitalar de IA depois que mulher morre esperando por cama na UTI

18
0

Uma família no Brasil está culpando um sistema médico alimentado por IA pela morte prematura de Rebeca Cardoso Tenente Molina, de 32 anos.

Meio de comunicação brasileiro MG1 relatado sobre a morte de Molina no last da semana passada. Sua família alega que um sistema estatal de IA usado para gerenciar a alocação de leitos hospitalares avaliou incorretamente sua condição e esperou muito para transferir Molina para uma unidade de terapia intensiva. Molina morreu poucas horas depois de chegar à UTI.

“O que vimos foi que os médicos perderam a autonomia para decidir se um paciente está gravemente doente”, disse ao MG1 Sâmela Cardoso Tenente Furtado, advogada e irmã gémea de Molina.

Uma pontuação muito baixa

Segundo MG1, Molina foi internado pela primeira vez no dia 2 de junho com o que se acreditava serem cálculos biliares. Ela foi parar em um hospital de São João Nepomuceno, município de Minas Gerais. Sua condição piorou rapidamente e Molina teria solicitado uma transferência para uma UTI.

Mês passado, Minas Gerais mudado para um novo sistema de gestão – chamado Core-MG – em seus hospitais estaduais, que incorpora IA. E a família alega que este sistema desvalorizou erradamente a gravidade dos problemas de saúde de Molina, atrasando os cuidados de que necessitava. A certa altura, eles até foram a tribunal para tentar forçar uma transferência mais rápida. Devido a esse rebaixamento, argumenta a família, ela teve que esperar cinco dias até ser transferida para uma UTI de um hospital em outro município a 300 quilômetros de distância, onde brand faleceu.

A causa da morte de Molina está atualmente listada como choque séptico, mas os médicos ainda estão investigando se outras condições, como o botulismo, podem ter desempenhado um papel, segundo a família.

A resposta do estado

A Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais disse ao MG1 que o Core-MG não mudou fundamentalmente os critérios de gestão do atendimento de alguém ou de busca de leitos hospitalares vagos. O departamento alegou ainda que Molina foi imediatamente cadastrado no sistema e que a escolha dos leitos hospitalares alocados não é afetada apenas pela proximidade geográfica, mas também pela disponibilidade de leitos de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A família, no entanto, argumenta que o Core-MG não conseguiu avaliar com precisão a saúde de Molina, mesmo com a piora dos resultados dos exames, e que fez um trabalho pior do que profissionais médicos treinados teriam feito na mesma situação.

“Ela teria 10 anos e o sistema só a aceitava como 6,8”, disse Furtado ao MG1. “Ela não period apenas um número ou um protocolo dentro do sistema. Ela tinha uma família, tinha sonhos e uma vida inteira pela frente.”

Este não é o único caso de pessoas culpando a IA por piores cuidados médicos. Embora alguns estudos tenham sugerido que os sistemas de IA podem ser melhores do que os médicos no diagnóstico de alguns problemas de saúde, outros sugeriram que a IA pode reforçar os preconceitos existentes nos cuidados de saúde. Outra pesquisa recente também indicou que sistemas populares voltados para o consumidor, como o ChatGPT Well being, tendem a subestimar as emergências médicas.

fonte

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui