A agência central tem investigado o suposto golpe do Bitcoin nos últimos anos devido a acusações de transações ilegais de criptomoedas, hackers e irregularidades financeiras.
Intensificando a investigação após as recentes batidas, funcionários da Diretoria de Execução (ED) prenderam no sábado o principal acusado no caso de fraude do Bitcoin, Srikrishna, aliás Sriki, junto com outros dois em Bengaluru.
O ED prendeu Sriki, Robin Khandeval e Sunish Hegde em conexão com o suposto golpe de criptomoeda. O trio foi apresentado a um tribunal especial de emergência e levado sob custódia por 10 dias para posterior interrogatório.
A agência central tem investigado o suposto golpe do Bitcoin nos últimos anos devido a acusações de transações ilegais de criptomoedas, hackers e irregularidades financeiras.
Como parte da investigação em curso, os funcionários do ED realizaram recentemente buscas em vários locais ligados aos acusados e aos seus associados.
O caso já havia gerado grande controvérsia política em Karnataka, com alegações envolvendo o manuseio de bitcoins apreendidos e o possível envolvimento de pessoas influentes.
Em 20 de abril, a agência realizou incursões em 12 locais, incluindo instalações supostamente ligadas a Sriki, aos filhos de Shantinagar MLA NA Haris, Mohammed Haris Nalapad e Omar Farook Nalapad, e a Mohammed Hakeeb Khan, neto do ex-ministro da União Okay. Rehman Khan.
O caso está relacionado a um incidente de hacking ocorrido em 2017 envolvendo websites nacionais e internacionais, no qual bitcoins teriam sido roubados por Sriki e seus associados. Mohammed Haris e Omar Farook são alegadamente suspeitos de serem beneficiários dos produtos do crime. Os investigadores acreditam que os bitcoins hackeados de uma change de criptomoedas com sede em Dubai foram encaminhados para os Nalapads, com o ED rastreando a trilha digital.
O ED também invadiu a residência de Mohammed Hakeeb Khan. As autoridades alegaram que houve transferências de dinheiro suspeitas através de suas contas bancárias, o que motivou as buscas. As transações entre Hakeeb Khan e Sriki também estão sob análise como parte de uma investigação mais ampla. O caso já havia sido investigado pela Central Legal (CCB) e pelo Departamento de Investigação Legal (CID) antes de o ED assumir.
Publicado – 09 de maio de 2026 20h42 IST











