A liderança central do Partido Bharatiya Janata (BJP) solicitou um relatório detalhado de sua unidade Telangana sobre o caso POCSO registrado contra Bandi Sai Bageerath, filho do Ministro de Estado da União para Assuntos Internos, Bandi Sanjay Kumar.
A medida surge na sequência do escrutínio sustentado dos meios de comunicação social e dos protestos que exigem a prisão de Bageerath. Fontes do partido disseram que a unidade estatal já apresentou um relato abrangente dos acontecimentos, incluindo a queixa registrada na delegacia de polícia de Pet Basheerabad sob o Comissário de Cyberabad, bem como uma contra-queixa apresentada pelo Sr.
De acordo com um alto funcionário do BJP, a liderança central solicitou um relatório objetivo e baseado em fatos sobre o episódio. “Todos os detalhes relevantes relativos a ambas as reclamações foram partilhados com a liderança”, disse a fonte.
O Telangana BJP tem procurado distanciar-se da polémica, descrevendo-a como um “assunto de família” e uma “questão puramente jurídica”. Os líderes do partido sustentaram que o Sr. Sanjay Kumar não tem qualquer ligação com as alegações, enfatizando que a lei deve seguir o seu curso sem interferência política.
O caso ao abrigo da Lei de Protecção de Crianças contra Ofensas Sexuais (POCSO) foi registado na sequência de uma queixa apresentada pela mãe de uma menina menor, que alegou que o Sr. Bageerath agrediu sexualmente a sua filha numa quinta em Moinabad, a 31 de Dezembro de 2025.
Horas antes de o FIR ser registrado, o Sr. Bageerath apresentou uma queixa em Karimnagar, alegando extorsão e chantagem por parte da família da menina. Ele alegou que eles exigiram ₹ 5 milhões e ameaçaram implicá-lo em um caso falso, acrescentando que ele já havia pago ₹ 50.000 sob coação.
Descobriu-se que líderes seniores do BJP aconselharam o Sr. Sanjay Kumar a garantir que seu filho cooperasse totalmente com a investigação. “Teria sido apropriado se ele tivesse comparecido perante a polícia para interrogatório”, disse um líder do partido.
Fontes partidárias indicaram que a liderança central está a acompanhar de perto a evolução da situação, uma vez que o caso continua a atrair a atenção pública e política no Estado.
Publicado – 15 de maio de 2026 20h34 IST











