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Arqueólogos descobrem soldado romano enterrado dentro de uma fortaleza espanhola de 5.000 anos

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Um recinto pré-histórico no topo de uma colina no sul de Espanha apresentou aos arqueólogos dois momentos muito diferentes da história, ocupando o mesmo lugar. O que inicialmente pareciam ser os restos de um antigo assentamento fortificado que remonta a cerca de cinco milênios, emblem revelou algo muito menos esperado sob sua desgastada cantaria. Enterrado no complexo abandonado estava o esqueleto de um homem do período romano, separado dos construtores originais da fortaleza por cerca de 2.500 anos, conforme relatado pela UNN. A descoberta suscitou um novo conjunto de questões, não porque o enterro em si seja incomum, mas por causa do native onde ocorreu. Locais abandonados durante milhares de anos são por vezes reutilizados por sociedades posteriores, mas cada caso deste tipo carrega a sua própria história. A escavação espanhola oferece uma rara oportunidade para examinar como um native serviu a propósitos completamente diferentes em capítulos distantes da história europeia.

Dentro do Fortaleza de 5.000 anos na Espanha construído durante a Idade do Cobre

Os vestígios surgiram durante investigações arqueológicas realizadas antes das obras ligadas a um projeto de energia photo voltaic. Situado num terreno elevado perto de Almendralejo, na região da Extremadura, o native passou despercebido apesar do seu tamanho.Depois que a escavação se expandiu, o contorno de um recinto cuidadosamente planejado começou a emergir. A datação sugere que a fortaleza foi construída por volta de 3.000 a.C., durante a Idade do Cobre, quando comunidades em partes da Europa começavam a adotar o metallic junto com ferramentas de pedra estabelecidas há muito tempo. Em vez de uma simples muralha defensiva, a estrutura parece ter sido concebida com considerável reflexão, reflectindo uma construção organizada em grande escala.Alegadamente, a fortificação se estende por cerca de 77 metros e segue um arranjo geométrico deliberado. Projeções arredondadas em forma de bastião ficam em cada canto, permitindo que qualquer pessoa que defenda o recinto monitore abordagens de várias direções.Dentro das paredes externas havia seções protegidas menores dispostas em torno de um espaço aberto central. As valas defensivas acrescentaram outra camada de segurança, sugerindo que o assentamento se destinava a resistir a ameaças e não apenas a marcar território. O desenho geral aponta para uma comunidade capaz de planeamento coordenado, organização do trabalho e conhecimento de engenharia que é frequentemente associado a períodos muito posteriores. Em toda a Península Ibérica, há décadas que estão documentados assentamentos fortificados pré-históricos, mas o sítio da Extremadura destaca-se tanto pela sua escala como pela complexidade da sua construção.

Um enterro da period romana escondido dentro da fortaleza de 5.000 anos

A descoberta mais intrigante surgiu perto do centro do recinto abandonado. Os arqueólogos descobriram os restos mortais de um homem adulto que foi enterrado milhares de anos depois que a fortaleza deixou de funcionar.O exame indica que o indivíduo provavelmente tinha entre 25 e 35 anos quando morreu. Ao lado dele estava uma pequena adaga associada ao equipamento militar romano, situando o enterro firmemente no período romano, e não na ocupação pré-histórica do native. A lacuna no tempo é impressionante. Quando este homem foi sepultado, a fortaleza já estava abandonada há cerca de dois milênios e meio.

Por que um soldado romano foi enterrado lá

A identidade do homem permanece incerta. Embora a arma sugira uma ligação com os militares romanos, ela não responde se ele serviu como legionário, viajou com forças auxiliares ou simplesmente transportou equipamento militar.Nenhum ferimento óbvio foi identificado no esqueleto que pudesse indicar uma morte violenta. O pensamento atual deixa aberta a possibilidade de que doenças ou causas naturais tenham acabado com sua vida. Se assim for, o recinto abandonado no topo da colina pode simplesmente ter oferecido um native de sepultamento conveniente durante uma viagem pela região.Sabe-se que as comunidades romanas reutilizaram monumentos muito mais antigos para diversos fins, incluindo sepultamentos. As estruturas antigas muitas vezes permaneciam visíveis na paisagem muito depois de a sua função unique ter desaparecido da memória, tornando-as marcos familiares para as gerações posteriores.

O trabalho forense pode revelar mais de sua história

Os especialistas continuam a analisar os restos mortais na esperança de saber de onde veio o homem, quão saudável period durante a sua vida e se a sua dieta reflecte o serviço militar ou a vida civil.Testes científicos também poderiam estabelecer se ele passou seus primeiros anos em outra parte do Império Romano antes de chegar à Hispânia. Essas evidências podem ajudar a explicar por que seu native de descanso ultimate acabou dentro de uma fortaleza construída quase 3.000 anos antes de ele viver.

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