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Por que a saída de Bernardo é o emblema da disputa pelo título do Man Metropolis

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Bernardo Silva é um caso especial. Pep Guardiola não gosta de elogios efusivos aos jogadores, mas ele se entusiasma com o desempenho de seu capitão na maioria das semanas. Por que? Simplesmente porque Bernardo é atemporal; sua exibição contra o Arsenal foi transformadora para as possibilities de título do Manchester Metropolis.

O jovem de 31 anos é obviamente um especialista nesta área. Ele, ao lado de alguns outros que permanecem no Metropolis, conhece perfeitamente os meandros de uma campanha pela conquista do título.

Mas este metrônomo do Manchester Metropolis, hexacampeão, está em pouca companhia quando se trata de compreender verdadeiramente as complexidades de se tornar um vencedor da Premier League ao longo de uma campanha inteira. Talvez apenas Rodri e Erling Haaland (dos que serão titulares contra o Arsenal) possam ser classificados de forma semelhante.

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O técnico do Manchester Metropolis, Pep Guardiola, presta homenagem ao ‘especial’ Bernardo Silva depois de vencer o Arsenal por 2 a 1

Bernardo está lá desde o início do reinado de Guardiola e confirmou na semana passada que esta será sua última temporada em Manchester. Um last poético ainda pode reivindicar mais um título. Seria adequado para um jogador tão intransigente. Poucos têm classe nem compulsão para superar cada iteração da cidade de Guardiola. Bernardo faz.

A sua especialidade é a bola, mas o que mais impressionou frente ao Arsenal foram as coisas que fez sem ela. Rayan Cherki receberá todos os aplausos por dar o tom com um gol espetacular, mas se você observar a sutileza da corrida que causa confusão para quem tenta interceptar o marcador, é Bernardo quem consegue. Declan Rice está preocupado.

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Rayan Cherki dá ao Man Metropolis a liderança no confronto da Premier League contra o Arsenal

Quando Kai Havertz vai no 1×1 com Gianluigi Donnarumma, com o placar empatado, é Bernardo quem se apoia nele para desequilibrá-lo. Quando Martin Odegaard está fora, Bernardo o rastreia. E quando o Metropolis estava sob ataque, foi o craque português quem fez uma cabeçada essential, batendo Viktor Gyokeres no ar.

A ação levou Haaland a compará-lo ao grande italiano Fabio Cannavaro.

A maior parte deste trabalho passa despercebida ao olhar destreinado. Mas não Pep. “Só sinto gratidão, se falar muito um dia vou chorar”, refletiu o patrão em entrevista coletiva. “Do fundo do coração, obrigado pelo que vocês fizeram. Bernardo prova que o futebol começa aqui”, acrescentou, apontando para a cabeça.

A inteligência é o que Guardiola, que já brincou sobre sua vontade de colocar 11 Bernardo Silvas em campo, adora. “Sem ele, meus nove anos seriam tão, tão diferentes. Ele é especial.”

Jogadores discretos como Bernardo raramente são tão únicos na sua leitura do jogo. A visão e a habilidade complementar para executar qualquer passe do livro são raras. Ao longo desta temporada, apenas Matheus Nunes pode ostentar um maior número de passes concluídos, enquanto nenhum jogador do Man Metropolis supera o seu número de tentativas de passes até ao terço last (583).

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Gary Neville diz que o Manchester Metropolis pode sentir o cheiro do título após a vitória essential sobre o Arsenal, dizendo que Bernardo Silva teve um desempenho “acima e além”

Mas somente reimaginando a função de um meio-campista central tradicional poderemos analisar com precisão o papel de Bernardo no Metropolis. Ele é basic em todas as fases. Um técnico e um guerreiro. Sem posse de bola, ele organiza, bate na imprensa, intercepta e ataca como um terrier. No geral, ele percorreu 327 km de distância nesta temporada, o que é 40 km – ou uma maratona completa – a mais que o segundo melhor Haaland.

Com a bola, ele está mais perto de ser tão talentoso quanto Kevin De Bruyne. E é por isso que, ao lado do grande belga, ele será o mais difícil de substituir.

Não existe réplica do gênio de De Bruyne, assim como não existe duplicata de Bernardo. E, no entanto, este último vai completamente contra o perfil dos meio-campistas da nova period. Ele não é alto em estatura nem fisicamente imponente. Brincando em um vídeo com o companheiro de equipe Ruben Dias na semana passada ele afirmou: “Eu não faço ginástica – isso é para os caras que não sabem jogar com bola”.

Posicionalmente, Bernardo quase sempre acerta. Inteligência nos sprints (uma métrica em que ele ocupa o 46º lugar entre os meio-campistas da liga). Mas quando o ponto de vista está dois passos à frente, o ritmo e a força bruta tornam-se recursos dispensáveis. Haaland o chama de “o jogador mais inteligente com quem já jogou”.

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Erling Haaland considera Bernardo Silva o ‘jogador mais inteligente’ com quem já jogou

E assim, encerrar o capítulo da carreira de Bernardo no Manchester Metropolis neste verão marcará outra mudança comovente. Um sinal de que o fim de Guardiola também está próximo. Talvez não haja nenhum jogador que defina melhor a década no comando do espanhol.

Mas, por enquanto, a sua influência na última investida do Metropolis rumo ao título está sendo fortemente sentida. Um jogador, como diz Gary Neville, que simplesmente “controla o jogo”, da mesma forma que Paul Scholes fez durante a inimaginável period de sucesso do Manchester United. O controle, o domínio, a capacidade de acelerar e desacelerar à vontade. Esse é Bernardo Silva.

Com 452 jogos em sua carreira imbatível no Metropolis, ele continua extraordinariamente único.

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