Imagem apenas para fins representativos. | Crédito da foto: Reuters
O Centro retirou os limites máximos das tarifas aéreas que foram introduzidos em dezembro para conter o aumento nos preços das passagens após os cancelamentos generalizados de voos do IndiGo.
O Ministério da Aviação Civil afirmou em despacho datado de 21 de março: “A situação prevalecente estabilizou-se desde então, com o restabelecimento da capacidade e a normalização das operações em todo o setor, após revisão, foi decidido que o limite tarifário imposto conforme a referida carta será retirado com efeitos a partir de 23 de março de 2026”.
A decisão surge num momento em que as companhias aéreas são duramente atingidas pelo conflito na Ásia Ocidental, que leva ao aumento dos preços do combustível para turbinas de aviação (ATF), bem como a cancelamentos de voos e reencaminhamentos que consomem mais combustível e são mais caros.
O Ministério, no entanto, disse que as companhias aéreas devem garantir a disciplina de preços. “As companhias aéreas devem garantir que as tarifas permaneçam razoáveis, transparentes e proporcionais às condições de mercado, e que os interesses dos passageiros não sejam afetados negativamente.”
Alertou também para medidas regulamentares, incluindo a reintrodução de limites tarifários caso houvesse um aumento injustificado nas tarifas.
Publicado – 21 de março de 2026, 23h41 IST












