Este veredicto de recurso decidirá o futuro político de Le Pen e, na verdade, dará o tiro de partida na corrida presidencial. A primeira rodada será em 18 de abril de 2027 e o segundo turno será em 2 de maio.
Ela foi impedida de exercer cargos públicos por cinco anos em 31 de março de 2025, quando um tribunal a considerou culpada de desvio de 1,4 milhões de euros (£ 1,2 milhões) de fundos do Parlamento Europeu (PE) para pagar funcionários do seu próprio partido de 2004 a 2016, em vez de assistentes parlamentares. Le Pen foi membro do PE (MEP) de 2004-17.
Ela também foi condenada a quatro anos de prisão, dois suspensos e dois a cumprir em casa com etiqueta eletrônica.
Descobriu-se que Le Pen aprovou ou tolerou o esquema de empregos falsos, e o veredicto a excluiu das eleições de 2027.
Durante o apelo, ouvido em janeiro e fevereiro, Le Pen negou ter organizado a fraude, mas admitiu “um erro” que levou alguns assessores parlamentares a trabalhar “em benefício do partido”.
Os promotores querem que a proibição unique de cinco anos de cargos públicos seja mantida, com uma pena de prisão de quatro anos, incluindo agora um ano cumprido com etiqueta eletrônica e três anos de suspensão.
Le Pen diz que não tem medo da decisão, mas acredita que “não é possível” concorrer à presidência se os juízes decidirem que ela deve usar uma etiqueta.













