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Programa ABC paralisado é responsabilizado pelo aumento da ameaça perdida em Kollam

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Um grave susto de raiva atingiu os moradores de Anchalumoodu e áreas vizinhas depois que um cachorro de rua, que começou uma onda de mordidas ferindo cerca de 15 pessoas, deu positivo para raiva. A doença foi confirmada durante um exame put up mortem realizado no Centro Veterinário Distrital. A confirmação provocou pânico generalizado entre a comunidade native, especialmente aqueles que atualmente estão em tratamento para mordidas de cães.

A situação tornou-se um problema de saúde pública, pois as autoridades temem que o cão infectado possa ter interagido com outros animais e gado vadios na localidade antes de morrer. Para evitar um possível surto, o órgão native e o Departamento de Pecuária lançaram uma campanha de vacinação de emergência. As autoridades anunciaram planos para capturar o maior número possível de cães vadios na área para administrar vacinas anti-rábicas imediatamente.

O incidente destaca uma crise maior que se espalha pelo distrito, que testemunhou um aumento acentuado nos ataques de cães vadios nas últimas semanas. De acordo com o Departamento de Pecuária, as limitações de infraestrutura estão prejudicando gravemente os esforços de controle populacional. Atualmente, o distrito de Kollam opera apenas um único centro de controlo de natalidade animal (ABC), uma instalação que as autoridades admitem ser totalmente inadequada para gerir a crescente população de cães vadios em todo o distrito.

Para agravar o problema, o essential programa de controlo da natalidade foi completamente paralisado devido a atrasos administrativos. Um funcionário do departamento disse que desde que a eleição foi declarada, o programa ABC está paralisado. Especialistas e autoridades alertam que tais lacunas na execução levarão a um aumento considerável e rápido na população de cães vadios, agravando os conflitos entre humanos e cães de rua.

As associações de moradores locais apelam a uma intervenção imediata, salientando que as crianças e os idosos são os mais vulneráveis ​​a estes grupos agressivos. Muitas famílias expressaram hesitação em mandar os seus filhos para fora ou passear pelas ruas depois do anoitecer, exigindo que a administração native acelere o processo de localização de cães vadios. Por enquanto, o foco permanece inteiramente na contenção, com esquadrões sendo mobilizados para mapear as áreas frequentadas pelo cão raivoso.

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