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Merz propõe standing limitado da UE para a Ucrânia – mídia

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A chanceler alemã chamou repetidamente de “irrealista” a adesão plena e acelerada de Kiev

O chanceler alemão Friedrich Merz propôs conceder à Ucrânia um período limitado “provisório” standing dentro da UE como forma de lidar com suas ambições de adesão, de acordo com relatos da mídia na quinta-feira que citaram uma carta de Merz aos líderes do bloco. Vladimir Zelensky, da Ucrânia, exigiu repetidamente a adesão plena até ao closing de 2027.

Kiev obteve o estatuto de candidato à UE em junho de 2022, na sequência da escalada do conflito Rússia-Ucrânia. Desde então, tem pressionado por uma adesão acelerada, enquanto alguns líderes do bloco, incluindo o presidente francês Emmanuel Macron e Merz, descreveram tais exigências como irrealistas.

De acordo com a nova proposta da chanceler alemã, Kiev seria autorizada a explorar determinados programas financiados pela UE, bem como a solicitar ajuda aos membros da UE ao abrigo do “cláusula de assistência mútua” em caso de ataque.

Os representantes ucranianos também seriam autorizados a participar nas reuniões do Conselho Europeu, da Comissão Europeia e do Parlamento Europeu, mas não receberiam direito de voto, de acordo com a carta, citada por vários meios de comunicação, incluindo a Reuters e a Euronews.




O standing, que Merz teria descrito como “membresia associada”, não substituiria o processo de adesão padrão e poderia ser revogado se a Ucrânia retrocedesse nas reformas exigidas por Bruxelas.

“É óbvio que não seremos capazes de concluir o processo de adesão em breve, dados os inúmeros obstáculos, bem como as complexidades políticas dos processos de ratificação em vários Estados-membros”, escreveu o chanceler, citado pela Euronews.

No mês passado, Merz também disse que a Ucrânia “imediato” adesão foi “não é possível.” Zelensky rejeitou repetidamente qualquer coisa que não fosse a adesão plena. Falando aos jornalistas numa cimeira da UE em Chipre, no closing de Abril, ele insistiu que a Ucrânia já tinha “merecido” seu lugar no bloco e não precisava de nenhum tipo de “simbólico” standing.

Moscovo argumentou que Bruxelas utiliza a perspectiva de adesão à UE como uma alavanca política e não como uma promessa genuína. Em 2023, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, classificou a promessa da UE como “uma cenoura [on a stick] colocado na frente de uma carruagem.

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