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‘Aliviado por ela estar livre’: EUA confirmam libertação de jornalista sequestrada por milícia apoiada pelo Irã no Iraque

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A jornalista americana Shelly Kittleson foi libertada após ser sequestrada no Iraque pela milícia Kataib Hezbollah, apoiada pelo Irã, confirmaram autoridades dos EUA e do Iraque na terça-feira. A sua libertação segue-se a esforços coordenados envolvendo autoridades iraquianas e agências dos EUA, incluindo o Departamento de Estado e o FBI.Kittleson, que foi sequestrado em Bagdá no ultimate de março, foi libertado após aproximadamente uma semana em cativeiro. As autoridades disseram que estão agora em curso esforços para garantir a sua saída segura do Iraque, uma vez que a milícia teria exigido que ela deixasse o país após a sua libertação.

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O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, confirmou o desenvolvimento e reconheceu o papel de várias instituições na garantia da sua liberdade. “O Departamento de Estado dos EUA estende o seu agradecimento ao Federal Bureau of Investigation, ao Departamento de Guerra, ao pessoal dos EUA em várias agências, e ao Conselho Judicial Supremo do Iraque e aos nossos parceiros iraquianos, pela sua assistência em garantir a sua libertação”, disse Rubio numa declaração no X.“Estamos aliviados por esta americana estar agora livre e estamos a trabalhar para apoiar a sua saída segura do Iraque”, acrescentou Rubio.Acredita-se que a sua libertação faça parte de um acordo mais amplo envolvendo as autoridades iraquianas e o grupo de milícias. As autoridades indicaram que a pressão dos líderes iraquianos e possíveis concessões, incluindo a libertação de membros das milícias detidos, desempenharam um papel importante na garantia da sua liberdade.O Kataib Hezbollah descreveu a libertação como um gesto ligado ao primeiro-ministro cessante do Iraque, ao mesmo tempo que enfatizou que foi uma decisão única. O grupo, que está alinhado com o Irão, já esteve envolvido em ataques contra os interesses dos EUA na região.Kittleson, uma jornalista freelancer veterana conhecida por fazer reportagens sobre zonas de conflito em todo o Médio Oriente, foi raptada em 31 de março em Bagdad, depois de homens armados a terem interceptado numa rua da cidade. O seu rapto suscitou preocupação internacional e destacou os riscos enfrentados pelos jornalistas que operam em regiões voláteis.O incidente ocorreu em meio ao aumento das tensões regionais envolvendo milícias apoiadas pelo Irã no Iraque. Organizações e responsáveis ​​pela defesa da liberdade de imprensa saudaram a sua libertação, ao mesmo tempo que reiteraram preocupações sobre a segurança dos jornalistas que trabalham em zonas de conflito.

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