Durante décadas, as ambições de expansão do Porto de Churchill foram insuficientes – descarrilaram, argumentam os habitantes locais, devido a anos de má gestão, enquanto os especialistas questionavam abertamente se um porto no Árctico fazia sentido do ponto de vista económico. O Canadá espera agora mudar esta situação, guiado pela inevitabilidade das alterações climáticas, pelo desafio das tarifas dos EUA e pela escassez de energia na Europa, alimentada pelos conflitos globais em curso.











