O PGA Tour demitiu 56 funcionários em tempo integral, ou cerca de 4% de sua força de trabalho complete, informou o Sports activities Enterprise Journal na quinta-feira.
Outras 73 vagas adicionais não seriam preenchidas, mas a turnê planeja reinvestir em 30 ou mais novos cargos de tempo integral, disse o relatório.
As mudanças ocorrem no momento em que o PGA Tour continua a se ajustar a um modelo de negócios com fins lucrativos, depois que o parceiro de non-public fairness Strategic Sports activities Group (SSG) investiu US$ 1,5 bilhão no principal circuito de golfe em 2024.
De acordo com o Sports activities Enterprise Journal, o novo CEO Brian Rolapp descreveu os cortes de empregos como uma “etapa difícil – mas importante” em um e-mail aos funcionários. Rolapp juntou-se ao PGA Tour em junho passado, substituindo o comissário Jay Monahan, que permanece como membro do PGA Tour Coverage Board e do PGA Tour Enterprises Board até 2026.
O tour está “dimensionando corretamente” não apenas sua equipe, mas também sua programação de torneios. Em um esforço para garantir que os melhores jogadores participem dos mesmos eventos de forma mais consistente, Rolapp propôs uma nova estrutura com um nível superior de 21-26 torneios (que incluiria os quatro majors, o Gamers Championship e os playoffs da FedEx Cup) e uma segunda pista para os jogadores ganharem oportunidades de promoção.
No início desta semana, o PGA Tour confirmou que não retornaria ao Havaí em 2027. O tour tradicionalmente abria sua temporada com um swing havaiano de duas semanas, com eventos em Maui e em Honolulu.
–Mídia em nível de campo











