Ramesh Vangipuram no vale de Bhujang. | Crédito da foto: Ramesh Vangipuram
Mil anos atrás (1023-1024 dC), o exército do rei Chola Rajendra I marchou para as planícies Gangéticas, derrotando muitos reis no caminho, coletou água do Ganga e despejou-a em Chola Gangam, o lago que Rajendra construiu em sua capital, Gangaikondacholapuram. E se alguém tentasse seguir a trilha de Chola agora? Ramesh Vangipuram, profissional de TI, decidiu fazer exatamente isso. Como os Cholas não deixaram nenhum artefato nas regiões por onde passaram, Ramesh teve que se basear nas informações encontradas na inscrição de Thirumalai, que dá a ordem sequencial dos locais na rota Chola. Ele teve que fixar as fronteiras geográficas dos reinos que o exército cruzou. Ele elaborou mapas, que foram validados pelo estudioso Odiyan Kornel Das. “Rajendra não liderou seu exército para o Ganges, mas permaneceu em Andhra”, esclarece Ramesh.
Ramesh viajou de ônibus, trem e táxi para seguir a rota Chola. Mas ocasionalmente ele teve que se desviar devido a dificuldades práticas, como terrenos inóspitos. Das duas rotas possíveis de Rajahmundry a Sakkarakottam (atual Chitrakoot em Chattisgarh), Ramesh acreditava que os Cholas teriam tomado a rota através de Vengi, porque tinham laços conjugais com os Chalukyas Orientais que governavam Vengi. Além disso, os feudatórios de Sakkarakottam que estavam nesta rota poderiam ser derrotados.
Publicado – 14 de abril de 2026, 08h00 IST












