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Physician Who precisa morrer – sem regenerações

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Acredito que seja tarde demais para salvar os destroços da TARDIS (Foto: BBC/Nwaka Okparaeke)

A notícia de que Physician Who não voltaria para um especial de Natal não foi, para dizer o mínimo, bem recebida pelos telespectadores dedicados.

Como muitos fãs, liberei uma enxurrada de postagens exasperadas nas redes sociais sobre a saída do showrunner Russell T Davies e da produtora Dangerous Wolf, entregando-me a muitos memes culpando a BBC.

Até que me dei conta: um destino ainda pior ainda aguarda nosso alienígena favorito de dois corações, agora que o programa será leiloado para uma nova empresa, que parece destinada a tentar renovar a franquia.

Porque embora novas ideias fossem exatamente o que o programa precisava, isso teria beneficiado o Doutor há várias séries.

Agora, acredito que é tarde demais para salvar os destroços da TARDIS.

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Como um telespectador dedicado, imploro à BBC que pare de regenerar este cansado Senhor do Tempo e dê ao Doutor a morte que ele merece.

Russell T. Davies chega para a estreia de Doctor Who no BFI Southbank em Londres.
Embora novas ideias sejam exatamente o que o programa precisava, isso teria beneficiado o Doutor há várias séries (Foto: PA)

Se você assistiu Physician Who desde sua reinicialização em 2005 ou mais, provavelmente concorda que a qualidade caiu seriamente em meados da década de 2010, com Jodie Whittaker, infelizmente, sendo a garota-propaganda desse declínio.

Muitos fãs não conseguiram conciliar o mero conceito de ter uma médica e enviaram a ela, junto com o present, muito ódio. Mas nos bastidores, ela tinha outro vilão para combater: a escrita pobre na grande maioria de seus episódios..

Foi o showrunner daquela temporada, Chris Chibnall, que muitos acreditam que prejudicou o present.

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Os telespectadores dedicados deixaram a franquia naquele momento, depois que ele causou estragos na reputação e nas classificações do Physician.

No entanto, eu diria que as coisas começaram a piorar brand após a aquisição de Steven Moffat, quando o foco começou a mudar do monstro da semana para arcos mais complicados de uma série.

Desde então, a fixação em conectar tudo e a obsessão com os retrocessos dos ovos de Páscoa confundiram as histórias e sufocaram lentamente o que torna Physician Who tão bom.

Estreia global de Doctor Who da BBC America na Comic Con de Nova York
Foi o showrunner daquela temporada, Chris Chibnall (à direita), que muitos acreditam ter prejudicado o programa (Foto: Cindy Ord/Getty Photos para BBC America)

Os verdadeiros fãs não se importavam com as inconsistências e retcons que ocasionalmente definiam Physician Who, e não havia necessidade de interligar 60 anos de história da TV perfeitamente.

Sem falar que ter um vilão na série principal só funcionou quando eles tinham 13 episódios para brincar e monstros divertidos entre eles.

Agora, com apenas oito episódios, revelações como The Rani da 15ª temporada – um inimigo recorrente e renegado Time Lord – pareciam apressados ​​e calçados.

A BBC deveria aposentar Physician Who para sempre?

  • Sim, é hora de dar um descanso à série.Verificar

  • Não, deveria continuar com novas histórias e regenerações.Verificar

  • Somente se não houver ideias novas ou inovações.Verificar

A força de Physician Who period que você podia entrar e sair dos episódios, aproveitando qualquer travessura que o Hobo Cósmico e seu companheiro estavam fazendo naquela semana.

Episódios memoráveis ​​​​raramente são aqueles com finais complicados ou com monstros enormes de grande orçamento. São as ideias simples que nos abalam profundamente, como o Silêncio, a Vashta Nerada, as Crianças Máscara de Gás, os Anjos Chorosos e o que diabos havia no planeta Meia-Noite.

O episódio Midnight, escrito por Russell T Davies, na quarta temporada é um exemplo brilhante de Physician Who em sua forma mais desconexa e impactante. É um episódio de garrafa (também conhecido como muito barato) que explorou a histeria, o medo e o sacrifício sem sair de um único vagão de trem espacial.

Doctor Who - The Impossible Planet, temporada 2, episódio 8
Episódios memoráveis ​​raramente são aqueles com finais complicados ou aqueles que tiveram monstros enormes de grande orçamento (Foto: BBC)

É óbvio porque escolheram repetir o episódio da série recente com Ncuti Gatwa, mas o resultado esteve longe de ser brilhante. Ao evoluir a criatura, ele tirou o verdadeiro cerne do episódio – a exploração da natureza humana.

A period de Ncuti foi atormentada por RTD repetindo seus maiores sucessos, deixando a estrela de Intercourse Training acorrentada à nostalgia que ele não teve participação na criação.

Apesar de ser considerada uma lousa em branco – completa com um Tardis completamente limpo e um ajuste novo e recém-prensado a cada episódio – a série foi sobrecarregada com conhecimentos de engenharia, enredos reciclados e retornos de chamada para personagens com os quais os espectadores em grande parte não se importavam.

Tom Baker
Ele nem conseguiu lutar contra um Dalek(Foto: Michael Putland/Getty Photos)

E apesar de tudo isso, ele nem sequer conseguiu lutar contra um Dalek.

O regresso da RTD pretendia reflectir o sentimento de renovação de 2005 e a perspectiva de regressar à franquia já com 40 anos foi inicialmente recebida com enorme entusiasmo.

Agora, três anos depois, em vez de fervilhar de possibilidades, esta série passada e a próxima reinicialização iminente, agora parecem apenas uma extensão inchada de um programa que deveria ter sido encerrado graciosamente anos atrás.

Se a BBC decidir renovar, mesmo com uma nova equipe no comando, corre o risco de manchar ainda mais tudo o que faz de Physician Who uma instituição britânica.

Parte meu coração dizer isso, mas eles deveriam cancelar enquanto ainda têm fãs para se preocupar.

Dito isto, eu ficaria feliz em assistir a um último episódio de Natal, colocando-me na cama que O momento de angústia de Billie Piper e dar ao Doutor uma morte digna e closing. A ideia deste present querido com mais de 60 anos de legado terminando naquela cena, para a qual RTD admitiu não ter planos, é profundamente embaraçoso para todos os envolvidos.

Assim como em 1989, quando a série de Sylvester McCoy foi cancelada abruptamente, é hora de dizer adeus ao nosso amado homem esfarrapado.

Desta vez, espero que não haja regeneração.

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