Kunchacko Boban em ‘Oru Durooha Saahacharyathil’. | Crédito da foto: ARRANJO ESPECIAL
Um senso preciso de ritmo percorre as melhores obras de Ratheesh Balakrishnan Poduval. Como um contador de histórias em pleno fluxo, ele embala a narrativa com eventos intrigantes e falas engraçadas e descartáveis que dificilmente fazem a atenção vacilar. Mesmo quando algumas das piadas não acertam, permanecemos absortos e seguimos o fluxo. No entanto, quando o seu ritmo vacila, como acontece no último ato de Oru Durooha Saahacharyathilnós também sentimos isso. Depois é só esperar pelo inevitável acidente de trem.
Uma das razões talvez para o filme sair dos trilhos é sua narrativa que muda de forma, com a mudança repentina de personagem no último ato não se ajustando bem ao que havia acontecido. Quase parece uma desculpa, em vez de algo que evoluiria organicamente a partir da história.
Publicado – 16 de abril de 2026, 17h19 IST









