Início Notícias Os cientistas descobrem que a luz pode retardar o crescimento das plantas;...

Os cientistas descobrem que a luz pode retardar o crescimento das plantas; aqui está como funciona

12
0

É factualmente correto que a luz é essential para a fotossíntese, mas uma pesquisa da Universidade Metropolitana de Osaka revela uma contradição intrigante: ela também retarda o crescimento das plantas. O estudo, publicado na revista Physiologia Diário Plantarum, mostra que a exposição à luz branca desencadeia modificações bioquímicas; esta reação torna mais forte a ligação entre os tecidos internos e a camada externa da planta. O acúmulo de ácido p-cumárico nas paredes celulares leva a estruturas mais rígidas, mas limita o comprimento das plantas. Ao compreenderem este equilíbrio entre uma estrutura forte e um crescimento rápido, os cientistas poderão encontrar formas de desenvolver culturas que resistam a desafios como o vento e as chuvas fortes, sem perder o rendimento important.

Como a luz branca aumenta a adesão dos tecidos e restringe o crescimento das plantas

O principal mecanismo por trás desta inibição do crescimento é um fenômeno denominado “adesão tecidual”. Conforme observado na revista Physiologia Plantarum, os cientistas descobriram que quando essas plantas são expostas à luz branca, a força de descascamento necessária para separar os tecidos aumenta. Isso torna a estrutura da planta mais rígida e inibe mecanicamente a expansão do caule. Receptores específicos de luz, conhecidos como fitocromos e criptocromos, desempenham um papel neste processo. Eles detectam as condições de luz e sinalizam para a planta se concentrar no fortalecimento das paredes celulares em vez de crescer rapidamente.

Como os ácidos fenólicos reforçam as paredes celulares

O estudo destaca o ácido p-cumárico, um ácido fenólico, como essential para a inibição do crescimento. Quando exposto à luz, esse ácido aumenta nas paredes celulares, atuando como um agente de reticulação que aumenta a força adesiva entre a epiderme e os tecidos corticais. Como resultado, a planta fica mais robusta e rígida. Embora isto ajude a planta a suportar melhor os desafios físicos, também significa que a planta permanece mais baixa e mais compacta do que aquelas cultivadas em condições escuras.

Camadas externas restringem a expansão interna

Conforme observado na revista Physiologia Plantarum, o estudo revela que a luz não apenas “sinaliza” uma planta para parar de crescer; altera fisicamente a estrutura interna da planta para criar uma restrição mecânica. Os pesquisadores mediram quanta força é necessária para remover a epiderme, ou camada externa, dos tecidos internos da planta. Eles descobriram que a exposição à luz branca torna esse vínculo muito mais forte. Esse aumento de resistência forma uma espécie de manga ao redor da planta, restringindo o alongamento dos tecidos internos. Como resultado, a planta permanece mais curta e desenvolve uma forma mais robusta e compacta.

Uma nova perspectiva sobre sustentabilidade agrícola

Esta descoberta oferece uma nova perspectiva à ciência agrícola, concentrando-se principalmente na prevenção do “alojamento”, que ocorre quando as culturas são permanentemente derrubadas pelo vento ou pela chuva. Ao alterar os processos que governam a forma como os tecidos se unem em resposta à luz, os criadores podem criar variedades de culturas com cola interna melhorada para suportar condições climatéricas severas. Os insights de bancos de dados de pesquisa federais e globais destacam a importância de compreender essas propriedades mecânicas para manter o abastecimento de alimentos estável em meio a condições climáticas mais imprevisíveis.

fonte

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui