Polestar, a marca sueca de EV controlada pela chinesa Geely, teve sua autorização negada sob a Regra de Veículos Conectados dos EUA. Como resultado, não será possível vender veículos nos EUA a partir do ano modelo 2027. A empresa não vai desaparecer das estradas americanas da noite para o dia. A Polestar diz que continuará vendendo o estoque existente do Polestar 3 e Polestar 4 nos EUA, e os atuais proprietários ainda terão acesso ao suporte de serviço. Mas para modelos futuros, a porta fechará efetivamente, a menos que algo mude.
Polestar fez o minimalismo parecer caro
A Polestar nunca foi a marca de EV mais barulhenta. Seus carros sempre carregaram uma personalidade mais limpa e arquitetônica do que a maioria dos rivais. Muitos compararam o Polestar 2 a um projeto paralelo da Volvo, enquanto o Polestar 3 trouxe essa linguagem de design para o território SUV. O Polestar 4 tornou as coisas um pouco estranhas com seu formato cupê-SUV e sem janela traseira. Mas seus designs eram conhecidos por combinar o lindo design minimalista escandinavo com desempenho ajustado para pista.
Nem todo Polestar foi perfeito. A marca teve os problemas habituais de inicialização de EV. Pressões de preços, uma linha limitada e a tarefa hercúlea de se destacar em um mercado repleto de gigantes como a Tesla. Mas o design nunca foi o ponto fraco. Seus carros eram premium sem gritar por atenção.

Por que a Polestar está sendo banida nos EUA
A decisão dos EUA enquadra-se nas regras de veículos conectados destinadas a carros com ligações a software program e {hardware} chinês ou russo. A propriedade da Polestar pela Geely a coloca na mira, embora a empresa esteja sediada na Suécia. O resultado parece surpreendente, considerando como a Volvo, outra empresa de propriedade da Geely, recebeu recentemente autorização para continuar a vender veículos nos EUA.
Com este anúncio, a empresa começou a voltar a sua atenção para a Europa, que já representa a maior parte das suas vendas no retalho. A empresa afirma ainda que a maior parte das suas vendas no primeiro trimestre de 2026 veio de fora dos EUA, pelo que esta decisão não chega como um golpe mortal para a marca a nível international.













