Um ladrão usou um Waymo enquanto roubava roupas de ioga em São Francisco em janeiro passado, e a polícia ainda não o pegou.
Isso pode parecer contra-intuitivo, dada a preocupação generalizada de que os veículos Waymo e outros robotáxis sejam máquinas de vigilância em movimento. Mas este caso curioso, relatado pelo Crônica de São Francisco na quinta-feira, lança uma nova luz sobre como a Waymo lida com as imagens capturadas por seus carros.
Embora Waymo seize e armazene imagens de viagens, não se sabe por quanto tempo esses dados são armazenados. O que é certo, segundo o relatório, é que ele havia desaparecido “no momento em que o mandado de busca foi protocolado, em abril”. Ainda mais interessante é o detalhe de que a polícia não conseguiu identificar o ladrão através das imagens da câmera externa porque havia sido “turva por motivos de privacidade”.
Os dados da conta Waymo também aparentemente não ajudaram. O ladrão pegou o Waymo até um estúdio de ioga chamado Sizzling 8 Yoga, onde entrou, pegou as roupas e voltou para o robotáxi, segundo imagens de segurança da própria empresa. Mas as informações da conta que Waymo entregou à polícia como parte do mandado de busca “não levaram a polícia ao suspeito”, de acordo com o Chronicle.













