Será que suceder a Pep Guardiola no Man Metropolis será uma tarefa impossível?
Sir Alex Ferguson pode vencê-lo em longevidade e número de títulos. Arsène Wenger pode receber algum crédito pela modernização do futebol inglês na década de 1990, mas Pep Guardiola mudou completamente o cenário na sua década como treinador do Manchester Metropolis.
Se o último jogo da temporada de domingo contra o Aston Villa for de fato o último jogo de Guardiola como técnico do Metropolis, ele deixará um legado brilhante – seis títulos da Premier League e 20 troféus em 10 temporadas. Ele também deixará para trás um trabalho impossível para quem (que deverá ser Enzo Maresca) o suceder.
Substituir uma figura tão dominante não será fácil. O Metropolis só precisa de olhar para as dificuldades de alguns dos seus rivais quando se depara com um desafio semelhante. Depois de Ferguson, veio David Moyes. Depois de Wenger, veio Unai Emery. Arne Slot sucedeu a Jürgen Klopp com um título em sua primeira temporada na Premier League, mas suas dificuldades desde então continuaram a tendência.
Grande parte do sucesso de Guardiola no Metropolis deveu-se aos detalhes – às tácticas, às sessões de treino, aos detalhes técnicos. Os intangíveis, no entanto, serão a coisa mais difícil de substituir. Enquanto Guardiola esteve no banco de reservas, o Manchester Metropolis teve uma aura. Algo a ser temido. Algo que dizia que Guardiola acabaria encontrando uma maneira de vencer.
É claro que o Metropolis ainda possui um dos occasions mais fortes do futebol mundial, mesmo que esteja no meio de uma reconstrução. O Manchester Metropolis conquistou títulos e troféus antes de Guardiola e deverá ganhar mais depois que ele partir. E ainda assim o Etihad Stadium será um lugar diferente sem o maior técnico de sua geração lá, assim como a Premier League.
Lionel Messi está chegando ao auge na hora certa para uma última Copa do Mundo?
Messi nem confirmou se aceitará a convocação para a seleção argentina para a Copa do Mundo neste verão, mas certamente está jogando como se estivesse se preparando para uma última probability de glória internacional no futebol. Quem assistiu ao jogo do Inter Miami contra o Portland Timbers no domingo viu isso. Ele está no auge na hora certa.
A defesa de Portland viu pouco mais do que um borrão na forma do número 10 do Miami, que driblou e desviou em quase todos os tackles que enfrentou. A assistência de Messi para o golo de Germán Berterame que fez o 2-0 foi como ver o jogador de 38 anos no seu melhor novamente. A única coisa que faltou foi Jérôme Boateng caindo de cara no chão.
Muitos viram a Copa do Mundo de 2022 no Catar como o ato ultimate da carreira de Messi na elite. A imagem dele erguendo o famoso troféu foi marcante e poucos esperavam que ele ainda estivesse no nível em que poderia impactar as partidas da Copa do Mundo três anos e meio depois.
Porém, com base na sua recente forma na MLS, Messi ainda é mais do que capaz de um momento de vitória. Ele pode não jogar todos os minutos de todos os jogos pela Argentina neste verão, mas Messi está claramente motivado para mais uma disputa na Copa do Mundo, tanto que está fazendo treinos duplos com Rodrigo De Paul para estar pronto.
Messi não tem mais nada a provar neste verão. O debate sobre ele ser o maior de todos os tempos foi resolvido no Catar. Mesmo assim, é impossível não observar sua forma, sua seqüência de 10 gols em quatro jogos, e sentir a expectativa do que outra Copa do Mundo pode trazer para ele.
Mais uma vitória do título do Celtic foi ruim para o futebol escocês?
Não period para ser o dia de Hearts. Durante 250 dias da temporada 2025/26, foi o dia deles no topo da tabela da Premiership escocesa. A equipe de Derek McInnes entrou no confronto de sábado com o Celtic sabendo que um empate os tornaria o primeiro time não pertencente à Outdated Agency desde o Aberdeen de Alex Ferguson em 1985 a ser coroado campeão escocês. No ultimate, a espera foi prolongada.
O Celtic não poderia ter feito mais nada para não conquistar o título escocês desta temporada. Eles tinham três gerentes diferentes, um deles duas vezes. Eles suportaram duas janelas de transferência tão terríveis que os protestos dos torcedores foram generalizados. A Brigada Verde, seu maior grupo de apoiadores, foi banida do Celtic Park. O clube passou grande parte da campanha de 2025/26 em guerra civil.
Então, o que diz sobre o futebol escocês o fato de, mesmo depois de todo esse tumulto, o Celtic ter conquistado o troféu da Premiership escocesa pela 14ª vez em 15 temporadas? Como é que o panorama do futebol no país se tornou tão inclinado para o lado que a incompetência em tal escala ainda pode ser recompensada? Não é assim que o futebol deveria funcionar.
Os corações podem estar de volta como desafiantes. Esta temporada foi uma história ao estilo do Leicester Metropolis, no sentido de que o time de Edimburgo de alguma forma superou um vasto abismo financeiro para os clubes maiores e mais ricos de sua liga. Leicester, no entanto, nunca teve alguém como Tony Bloom por trás deles. Eles não tinham uma equipe de nerds impulsionando seu recrutamento, como o Hearts faz com o Jamestown Analytics.
Enquanto o Hearts tem seus dados, o Celtic tem £ 77 milhões (US$ 103 milhões) no banco. Eles certamente gastarão parte disso para aumentar sua posição no topo do futebol escocês, com o Rangers provavelmente melhorando na próxima temporada. O Hearts – ou qualquer outro time que não seja da Outdated Agency – pode não ter outra oportunidade de perturbar a ordem estabelecida como a que teve nesta temporada.










