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Revisão de Tips on how to Make a Killing – um homem em uma busca sangrenta por sua herança é um remake longe demais

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RFazer o clássico britânico de 1949, Variety Hearts and Coronets, de Robert Hamer – a maior comédia do Ealing Studios e, na minha opinião febril, o maior filme de todos os tempos – precisa da ousadia de Cecilia Giménez, a artista espanhola amadora que “restaurou” uma pintura de Cristo e o deixou parecendo um gibão. Este remake não é tão ridículo quanto poderia ter sido. Mas, tal como acontece com a versão desconfortável dos irmãos Coen de The Ladykillers, de Ealing, ou mesmo com o remake pesado de Todd Phillips de Faculty for Scoundrels, de Hamer, a questão é: porquê fazê-lo, especialmente quando o novo cenário americano significa perder o elemento importantíssimo da consciência de classe e da vergonha de classe?

O unique estrelou Dennis Worth como Louis, assistente de um carpinteiro eduardiano que é herdeiro distante de um ducado e que vive em uma pobreza refinada porque sua falecida mãe foi cruelmente rejeitada por sua família esnobe por se casar com alguém inferior a ela – por amor, na verdade. Louis se propõe vingativamente a assassinar todos os membros da família que estão entre ele e a tiara – e todos eles são habilmente interpretados por Alec Guinness, um pesadelo Fregoli em que todos os inimigos de Louis são o mesmo monstro intitulado. Joan Greenwood interpreta Sibella, a atrevida cínica cujas crueldades esnobes desencadeiam o plano de Louis, e Valerie Hobson é Edith, a viúva refinada de uma de suas vítimas, por quem ele se apaixona.

Esta nova versão dirigida por John Patton Ford, do thriller de Aubrey Plaza Emily the Legal, transplanta a ação para os EUA atuais, e Glen Powell interpreta um jovem com o bizarro nome de Wasp de Becket Redfellow, excluído do clã e interessado em assassinatos em série para obter o controle da propriedade da família. Margaret Qualley é a figura furtiva de Sibella e Jessica Henwick é o verdadeiro amor de Becket. O filme segue bem o enredo do unique, mas as vítimas são interpretadas de maneira inadequada por… pessoas diferentes. Talvez nenhum ator ousasse assumir o incrível papel múltiplo do Guinness. (Quem poderia ter tentado? Benedict Cumberbatch? Andrew Scott? Eddie Redmayne? Jonathan Bailey?)

O próprio Powell, embora bastante brincalhão, é bastante brando, sem nada parecido com a elegância gelada de Worth ou o poder furioso de seus sentimentos feridos, e o filme resultante nunca se aproxima da sátira brilhante e unique do carreirismo masculino. Uma imitação pálida.

Tips on how to Make a Killing já está disponível nos EUA e na Austrália, e no Reino Unido em 13 de março.

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