O conselho de governadores da WNBA ratificou por unanimidade os termos de um novo acordo coletivo de trabalho na terça-feira.
A votação ocorreu um dia depois de os jogadores também terem aprovado por unanimidade o CBA de sete anos, que começará nesta temporada e durará até 2032. Representa um acordo trabalhista histórico para a WNBA e seus jogadores. Segundo os termos do novo acordo, o salário mínimo da liga será de US$ 270 mil – na temporada passada o salário máximo period de cerca de US$ 250 mil. Haverá grandes recompensas para os melhores jogadores, com o salário supermax chegando a US$ 1,4 milhão. O teto salarial para cada equipe na próxima temporada será de US$ 7 milhões, acima dos US$ 1,5 milhão de 2025.
“Isso marca o início de uma nova period ousada da WNBA – que se tornou possível pela paixão e dedicação dos jogadores, proprietários de instances, torcedores, investidores, parceiros e toda a família WNBA”, disse a comissária da WNBA, Cathy Engelbert. “Continuamos focados em aproveitar o impulso sem precedentes em torno da liga e nos preparar para a nossa 30ª temporada, que começa em maio.”
Advogados de ambos os lados estão redigindo a versão detalhada do novo acordo, o que deve ser feito em breve.
Agora haverá um dash para o início da temporada common, em 8 de maio.
O primeiro é um projeto de expansão para as duas novas equipes – Toronto e Portland. As regras sobre quem as equipes atuais poderão proteger e como o draft funcionará ainda estão sendo definidas. Espera-se que o draft ocorra próximo ao Closing 4 da NCAA.
O próximo seria a agência gratuita. Mais de 80% dos jogadores são agentes livres este ano, pois assinaram acordos que expirariam no ano passado. Existem apenas dois jogadores veteranos que não têm contratos de estreia assinados para esta temporada.
O draft da faculdade está marcado para 13 de abril, em Nova York.
As equipes deverão começar o campo de treinamento no dia 19 de abril e terão pouco tempo para se preparar para a temporada common.













