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O astronauta Artemis 2 oferece uma perspectiva poderosa sobre como ir à Lua em meio à guerra

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Em meio à crescente instabilidade geopolítica, a NASA optou por enviar quatro astronautas de volta à Lua. A missão Artemis 2, embora espectacular, custou à América milhares de milhões de dólares num momento de crescente agitação dentro e fora das fronteiras do país. É fácil ver por que muitos estão perguntando, Qual é o objetivo?

O astronauta da NASA e piloto do Artemis 2, Victor Glover, deu uma resposta poderosa a essa pergunta durante uma sessão de perguntas e respostas com repórteres na quinta-feira. Glover disse que olhar para a Terra a partir da espaçonave Orion é um lembrete de que não importa o quão dividida a humanidade se torne, ainda somos uma espécie que compartilha o mesmo lar.

“Não importa de onde você é ou sua aparência, somos todos um só povo”, disse ele. “Uma das coisas incríveis em ser astronauta [and] servir nossos países neste momento é nos darmos uma missão na qual podemos nos agarrar e dizer: ‘Ei, veja o que fizemos’, pelo resto de nossas vidas. Chamamos as coisas incríveis que os humanos fazem de ‘moonshots’ por uma razão.”

Glover disse que Artemis 2 é uma prova do que as pessoas podem realizar quando não apenas deixam suas diferenças de lado, mas também juntam essas diferenças e usam seus diversos pontos fortes para alcançar algo grande.

Um testemunho do poder da unidade

O próprio Glover é uma prova do poder de abraçar as nossas diferenças. Quando Orion executou a queima de injeção translunar na noite de quinta-feira e rumou em direção à Lua, ele se tornou a primeira pessoa negra a se aventurar além da órbita baixa da Terra.

Os companheiros de tripulação de Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen, também se tornaram a primeira mulher e o primeiro não americano a realizar esse feito. A tripulação da Artemis 2 é muito mais diversificada do que os seus antecessores da Apollo, sinalizando o início de uma nova period nos voos espaciais tripulados.

Embora não haja dúvida de que o ódio e a divisão estão atualmente no centro do clima sociopolítico da América, ver os astronautas da Artemis 2 unirem-se e fazerem grandes sacrifícios para o bem da nação inspira esperança num futuro melhor.

A missão também serve como um lembrete muito necessário de que a humanidade é capaz de mais do que violência e destruição quando se une em torno de um objectivo comum. Artemis 2 não é apenas uma missão da América – ela também pertence aos parceiros internacionais que trabalharam incansavelmente para tornar realidade o sonho da NASA de devolver astronautas à Lua.

A cooperação internacional é central ao programa Artemis. Os EUA não podem alcançar estes objectivos sozinhos. À medida que os conflitos armados assolam o Médio Oriente, a Ucrânia e a África Subsariana, Artemis 2 lembra-nos a grandeza que podemos alcançar quando nos unimos.

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