Pole Dance não é esporte, é dança! Se liga nas dicas para escolher corretamente sua instrutora/instrutor!

Como o pole dance é uma dança e não de um esporte, a atividade desenvolvida pelo instrutor não é de exclusividade dos profissionais de Educação Física. Se liga nessa treta que rolou no Rio Grande do Sul, por conta disso.

O Conselho Regional de Educação Física (Cref) do Rio Grande do Sul, entrou com um processo para exigir a formação dos instrutores de pole, argumentando que o pole dance, na modalidade fitness, seria uma atividade física que não deveria ser enquadrada no conceito de dança ou das demais categorias que não precisam de registro.

No entanto, as instâncias ordinárias do STJ concluíram que o pole dance não é esporte, mas dança. E aplicaram a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça no sentido de que não é possível extrair dos artigos 2º e 3º da Lei 9.696/98 comando normativo que obrigue a inscrição dos professores e mestres de danças, ioga e artes marciais nos Conselhos de Educação Física.

Conclusão: pole dance é dança sim! Mas isso não quer dizer que você pode sair por aí fazendo aula de pole com qualquer pessoa, pois como qualquer outra dança, exige sim, muito do seu físico.

Pensando nisso, separei aqui algumas dicas de como avaliar se o profissional de pole dance com quem você deseja fazer aula é de fato um bom profissional:

Dica 1: Formação
Apesar de não ser exigida a formação em educação física, é sempre bom verificar quais cursos e formações sua instrutora já fez. Como o pole é uma arte que integra vários conhecimentos, são muitos os cursos que agregam para esses profissionais.

Dica 2: Currículo
Sempre dê uma olhada nos eventos que a sua instrutora de pole já participou. Geralmente, quem se envolve com o pole dance está sempre participando de eventos voltados para esse público e é muito importante ter essa vivência.

Dica 3: Tempo de estrada
Pergunte à sua instrutora há quanto tempo ela pratica o pole, pois não dá pra começar a praticar ontem e já abrir uma turma para dar aula amanhã, né!?

Dica 4: Não se torture
Nunca, em tempo algum, jamais, confie numa instrutora de pole que te incentive a fazer movimentos mirabolantes logo de cara ou a fazer posturas que te deixem desconfortável. Isso não é pole dance, é tortura fitness, que não tem nada a ver com o movimento.

A prática do pole é pra te fazer bem, fazer você superar seus limites, mas nunca te forçar além da conta! Vá no seu rítmo! Sente o seu corpo e vá além, apenas quando sentir que está preparada!

Você não precisa provar nada para ninguém!

Roberta Pisco

Roberta Pisco

Roberta Pisco é fotógrafa e produtora cultural, com mais 10 anos de experiência no mercado cultural do Rio de Janeiro. Aprendiz de escritora e de viajante, sempre tem uma lista enorme de filmes para ver e de livros para ler. Meio palhaça, meio nerd, é especialista na arte de rir de si mesma e de provocar reações inesperadas. Carioca convicta, apaixonou-se por Paraty, onde mora e desenvolve seu trabalho como fotógrafa. Junto com Guido Nietmann, criou a Fotos Incríveis, empresa especializada em imagens de altíssima qualidade nas áreas de imobiliária e ambientes, gastronomia, náutica, still (produtos), paisagens, aéreas, etc. Atualmente fotografam para as melhores empresas da Costa Verde.  www.fotosincriveis.com.br https://www.facebook.com/fotosincriveis.com.br https://www.instagram.com/querofotosincriveis/

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