“Desejadas por preservar o acesso ao mercado na Índia, as plataformas cumprem. Os cidadãos cujo discurso é restrito não recebem aviso, nem audiências, nem razões, e nem o governo nem as plataformas podem ser responsabilizados por um sistema jurídico que está a ser ultrapassado pela agilidade regulamentar”, escreve Pahwa.











