No Domingo de Ramos, o Papa Leão XIV disse aos fiéis que Deus não ouve as orações daqueles que fazem a guerra, fazendo um forte apelo à paz durante a missa no Vaticano.Milhares de pessoas reuniram-se na Praça de São Pedro para a missa que marca o início da Semana Santa, que antecede a Páscoa. O Domingo de Ramos comemora a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém, quando as pessoas o receberam com ramos de palmeira.Na sua homilia, o Papa disse que a violência não pode ser justificada pela fé. Ele descreveu Jesus como o “Rei da Paz” e disse que os líderes que causam derramamento de sangue não podem esperar que as suas orações sejam ouvidas. “Deus rejeita as orações daqueles que têm as mãos cheias de sangue”, disse ele, observando que a verdadeira crença deve ser refletida nas ações, especialmente quando essas ações afetam pessoas inocentes.O papa também expressou preocupação pelas comunidades que sofrem por causa da guerra e dos conflitos, particularmente no Médio Oriente. Ele disse que muitas pessoas não conseguem observar a Semana Santa da forma regular por causa da violência em suas regiões.O Papa renovou o seu apelo ao diálogo e às soluções pacíficas. Ele disse que a oração por si só não é suficiente se for combinada com atos prejudiciais. Anteriormente, ele apelou a cessar-fogo e instou os líderes mundiais a priorizarem as necessidades humanitárias em detrimento dos conflitos.A Missa do Domingo de Ramos marca o início da semana mais importante do calendário cristão. Segue-se a Sexta-Feira Santa, que relembra a crucificação de Jesus, e o Sábado Santo, que antecede o Domingo de Páscoa, que celebra a sua ressurreição.Este ano, a mensagem do Papa centrou-se na responsabilidade dos crentes de escolherem a paz e rejeitarem a violência. Ele lembrou aos fiéis que a fé e a guerra não podem coexistir e encorajou-os a apoiar as pessoas afetadas pelo conflito.As suas observações surgem no meio de tensões e guerras globais em curso, reforçando a mensagem de longa information da Igreja de que a religião deve promover a paz em vez de justificar a violência.










