Ayahuasca – parte 2

Ayahuasca – parte 2Depois da matéria que escrevi falando sobre a Ayahuasca, várias pessoas me escreveram perguntando como era o processo durante a cerimônia.

Então, hoje vou contar um pouquinho sobre as minhas sensações e percepções durante o trabalho.

A primeira coisa que precisa ficar bem claro, é que sempre é um processo individual e sem padronização.
Cada pessoa tem um processo diferente da outra e também cada cerimônia é totalmente diferente para a mesma pessoa.

As experiências que vou compartilhar são vividas por mim e sempre tirei lições importantes das vivências.

Como eu já consagrei mais de cento e vinte vezes, tenho muitas histórias para contar, mas ficaria um texto enorme. Vou escolher algumas experiências…

No meu primeiro ritual, eu fui sem ter a menor ideia do que era e já no primeiro senti muitas coisas (mas tem gente que não sente nada na primeira vez, meu marido foi uma dessas rs).
Você fica o tempo todo deitado no seu colchonete e não perde a consciência em nenhum momento. E muitas vezes tem uma “voz” que te explica seus processos
Eu estava deitada no meu colchonete de olhos fechados e comecei a ouvir uma voz falando… força, força… eu virei a cabeça (de olhos fechados) e vi que eu estava na barriga da minha mãe, na hora do meu nascimento.
Comecei a fazer força para ajudar no parto, aí essa “voz” me disse: não é você que tem que fazer força, esse momento é da sua mãe. E eu parei.
Continuou me falando, quantas vezes eu assumia responsabilidade por coisas que não eram minhas, que eu queria mudar as situações que eu não tinha interferência, etc.
Tudo aquilo foi fazendo muito sentido para mim. Porque eu fazia isso mesmo.
Aí fui relaxando e me vi deitada bem folgada dentro da barriga da minha mãe rs. Foi uma sensação muito boa de paz.
Depois disso tive muito enjoo e vômito.
O dirigente me explicou que era um “padrão” que eu fui liberta. E precisa colocar “pra fora”.

Em uma cerimônia, me vi na beira do mar, na areia. Sentada em um pedra.
Quando olhei para o mar, vi tantas sereias chegando, muitas mesmo.
Aí elas se aproximaram de mim, me cercaram e algumas penteavam meu cabelo, outras faziam carinho nas minhas costas e eu comecei a chorar. Mas chorar de verdade, não só na visão. E chorei uma hora sem parar.
Nossa, quando acabou eu estava tão aliviada. Esse trabalho tirou um peso que eu estava sentindo. Me deixou leve e feliz. Foi maravilhoso.

Bom, eu tenho muitas experiências que me curaram de verdade.

Desejo que se for seu caminho de cura, você se abra para a medicina sábia e poderosa.

Qualquer dúvida, pode me mandar um watts 24 999151535 – Ana

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Ana Paula Avellar

Ana Paula Avellar Consultora de RH, Coaching Profissional e Life Coaching. Sócia da Pousada Paraty Marias - www.paratymarias.com.br Defensora de um mundo mais humano e amoroso.

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