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CNBC Each day Open: Alguma história desconfortável surge na reunião Trump-Takaichi

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WASHINGTON, DC – 19 DE MARÇO: A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, observa durante uma reunião bilateral com o presidente dos EUA, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca, em 19 de março de 2026, em Washington, DC. Os dois líderes discutiram temas como o precise conflito no Irão e a ameaça que a China representa. (Foto de Alex Wong/Getty Photographs)

Alex Wong | Notícias da Getty Photographs | Imagens Getty

Olá, aqui é Hui Jie escrevendo para você de Cingapura. Bem-vindo a mais uma edição do Each day Open da CNBC.

Um momento histórico delicado surgiu na reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o japonês Sanae Takaichi, enquanto Israel pondera a possibilidade de um “componente terrestre” para a guerra do Irão, à medida que o conflito se aproxima da sua quarta semana.

O que você precisa saber hoje

Quando os líderes se reúnem, há certos pedaços da história que é melhor deixar intocados. Pearl Harbor normalmente se qualificaria.

Ainda em Em sua reunião com o primeiro-ministro japonês, Sanae Takaichi, na quinta-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, foi lá de qualquer maneira.

Questionado sobre a razão pela qual Washington não notificou os aliados antes de atacar o Irão, Trump disse que os EUA queriam manter o elemento surpresa.

Depois, dirigindo-se ao repórter japonês que fez a pergunta, acrescentou: “Quem sabe melhor sobre isso? Por que você não me contou sobre Pearl Harbor? Você acredita em surpresa muito mais do que eu.”

Takaichi pareceu desconfortável momentaneamente.

A referência foi especialmente impressionante porque o ataque surpresa a Pearl Harbor em 1941 matou cerca de 2.400 americanos e atraiu os EUA para a Segunda Guerra Mundial. O então presidente Franklin D. Roosevelt descreveu-a como “uma data que viverá na infâmia”.

A estranha lição de história pouco fez para mudar a realidade actual: a guerra do Irão não mostra sinais de chegar ao fim. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que um “componente terrestre” pode ser necessário para efetuar uma mudança significativa de regime em Teerã.

O envolvimento dos EUA também não dá sinais de diminuir. O secretário da Defesa, Pete Hegseth, disse que o pedido orçamental de 200 mil milhões de dólares do Pentágono para financiamento da guerra no Irão “poderia avançar”.

“É preciso dinheiro para matar bandidos”, disse Hegseth numa conferência de imprensa quando solicitado a confirmar o valor, sublinhando o quão aberto o compromisso financeiro pode tornar-se.

Para os mercados, a mensagem é simples e desagradável. Os preços da energia não descerão tão cedo, com o petróleo do Dubai a atingir os 166 dólares por barril, dando aos investidores uma ideia do rumo que os preços nos EUA e na Europa irão tomar se o Estreito de Ormuz não for aberto em breve.

Os futuros dos EUA foram negociados pela última vez a cerca de US$ 94 por barril, enquanto o benchmark global Brent estava em US$ 105,4 por barril.

-Lim Hui Jie

E finalmente…

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