A economia da China já lutava contra o crescimento mais lento e o desemprego quando as tarifas de Donald Trump foram aplicadas no ano passado. Ainda assim, revelou-se resiliente, impulsionando as exportações e registando um crescimento do PIB de cerca de 5%. Mas o descontentamento continuou a ferver. E agora o conflito no Médio Oriente começa a ter novos efeitos, exercendo pressão sobre as encomendas às fábricas, os custos e os empregos.











