Uma aeronave da Air France, operada com combustível de aviação sustentável (SAF) produzido pela TotalEnergies, é reabastecida antes do seu primeiro voo de Good para Paris, no aeroporto de Good, França. | Crédito da foto: ERIC GAILLARD
A transição para combustíveis limpos da aviação indiana deve depender do tratamento da mobilidade como um sistema integrado e da alocação de matérias-primas limitadas de forma mais eficiente, priorizando biocombustíveis como o etanol para o transporte aéreo, uma vez que os automóveis têm alternativas mais viáveis, como a eletrificação disponível, de acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).
No âmbito do seu roteiro de Combustível de Aviação Sustentável (SAF), a Índia estabeleceu metas de mistura faseadas de 1% até 2027, 2% até 2028 e 5% até 2030 para voos internacionais, alinhando-se com o objectivo do órgão de vigilância da segurança da aviação civil da ONU, a Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), de alcançar emissões líquidas zero de carbono da aviação internacional até 2050.
“A Índia está bem posicionada para atender à sua demanda de curto prazo (por SAF), mas para as necessidades de longo prazo há uma necessidade de diversificação, bem como de racionalização da alocação de matéria-prima para diferentes setores, para evitar uma situação em que todo o etanol seja consumido pelo transporte rodoviário”, disse Preeti Jain, chefe do Programa e Pesquisa Web Zero. O hindu em uma entrevista de Genebra.
Publicado – 20 de abril de 2026 20h22 IST









