O Rei Carlos III e a Rainha Camilla não se encontrarão com sobreviventes ligados ao caso Jeffrey Epstein durante a sua próxima visita de Estado aos Estados Unidos, confirmou o Palácio de Buckingham.Fontes do palácio indicaram que embora tenha havido apelos, especialmente de famílias das vítimas e grupos de defesa, para tal interação, esta foi descartada devido a considerações legais em curso. As autoridades disseram que qualquer envolvimento que pudesse interferir potencialmente nas investigações ativas ou nos processos judiciais seria evitado.A decisão também reflecte a abordagem cautelosa da monarquia, dado o escrutínio de longa knowledge sobre as associações históricas entre Epstein e membros do institution britânico, nomeadamente o irmão do rei, o príncipe Andrew.
Foco na defesa da violência doméstica
Apesar da exclusão, espera-se que a Rainha Camilla se envolva ativamente com organizações que apoiam sobreviventes de abuso doméstico e violência contra as mulheres. Isto está alinhado com a sua defesa de longa knowledge nesta área e espera-se que seja um pilar basic dos seus compromissos durante a visita.
Missão diplomática de alto risco
A visita de quatro dias, agendada de 27 a 30 de abril, marca a primeira viagem oficial do rei Carlos aos EUA como monarca. Surge num momento de relações algo tensas entre o Reino Unido e os EUA, com tensões geopolíticas, incluindo diferenças sobre o Irão, acrescentando complexidade ao cenário diplomático.No entanto, os membros do Palácio enfatizam o potencial do Rei para reforçar a parceria duradoura entre as duas nações, descrevendo-a como uma relação que “sobreviveu a muitas presidências e a muitos reinados”.
Marco histórico e compromissos importantes
A visita coincide com o 250º aniversário da independência americana, um momento marcante que o casal actual ajudará a comemorar. Espera-se também que o rei Carlos discurse em ambas as casas do Congresso, sublinhando a importância da ocasião.Entre outros destaques, o casal irá:
- Participe de um evento comemorativo que marca o 25º aniversário dos ataques de 11 de setembro
- Participe de eventos comemorativos, incluindo uma “festa do quarteirão” simbólica
- Comece a viagem com uma reunião privada organizada pelo presidente dos EUA e pela primeira-dama
Quem foi Jeffrey Epstein? Subir e cair
Epstein construiu uma vasta riqueza através das finanças, supostamente gerindo dinheiro para bilionários, embora muitas das suas operações financeiras permanecessem opacas. Ele cultivou conexões com personalidades influentes na política, na realeza e no entretenimento.A sua queda começou em 2008, quando se confessou culpado de acusações de prostituição infantil na Florida, cumprindo apenas 13 meses de prisão ao abrigo de um controverso programa de libertação do trabalho, uma sentença amplamente criticada como excessivamente branda.Em 2019, Epstein foi preso novamente sob acusações federais de tráfico sexual envolvendo menores. Os promotores alegaram que ele operava uma rede de abuso em grande escala, explorando meninas menores de idade. Semanas depois de sua prisão, ele foi encontrado morto em uma cela de prisão em Manhattan, uma morte oficialmente considerada suicídio, embora proceed a gerar especulações generalizadas.










