A Agência Nacional de Testes (NTA), que conduz o NEET, defendeu a proibição do Telegram, dizendo que foi imposta em resposta ao “uso organizado da plataforma por meio de trapaças para fraudar candidatos”, embora tenha reconhecido o “inconveniente” que causaria aos usuários que dela dependem para “fins legítimos pessoais, educacionais, profissionais e informativos”.









