Há já algum tempo que a Hungria parece dois mundos diferentes a funcionar em conjunto. Num deles, Orbán convenceu os seus apoiantes e telespectadores de que estavam a caminho da vitória e de mais quatro anos no poder, apoiado por sondagens de opinião realizadas por investigadores simpatizantes, que continuaram a prever uma vitória do Fidesz até domingo à noite.







