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Eta torna-se a primeira mulher treinadora nas cinco principais ligas europeias masculinas

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Marie-Louise Eta tornou-se a primeira mulher treinadora nas cinco principais ligas europeias masculinas, depois de ser anunciada como a nova treinadora do Union Berlin.

Eta concordou em assumir o cargo de técnico da seleção feminina do Union na próxima temporada, mas agora tem cinco jogos para garantir a sobrevivência do time masculino na Bundesliga, depois de concordar em um papel interino.

Ela fez história em 2023 como a primeira mulher a ser treinadora adjunta na Bundesliga e nas principais divisões das cinco grandes ligas da Europa – Premier League, LaLiga, Serie A, Ligue 1 e Bundesliga.

“Estou muito feliz que Marie Louise Eta tenha concordado em assumir esta função interinamente antes de se tornar técnica da primeira equipe feminina, conforme planejado no verão”, disse o diretor esportivo do Union, Horst Heldt, em comunicado.

Eta disse: “Dada a diferença de pontos na metade inferior da tabela, o nosso lugar na Bundesliga ainda não está garantido.

“Estou muito feliz que o clube tenha me confiado esta tarefa desafiadora. Um dos pontos fortes do Union sempre foi, e continua sendo, a capacidade de se unir em tais situações.

“Estou convencido de que garantiremos os pontos cruciais.”

Eta substitui Steffen Baumgart, que foi demitido junto com seus assistentes Danilo de Souza e Kevin McKenna após a derrota do time por 3 a 1 para o último colocado, o Heidenheim, no sábado.

A derrota em Heidenheim deixou o Union na 11ª colocação, sete pontos à frente do St. Pauli, na zona de rebaixamento, faltando cinco jogos para o remaining.

Sabrina Wittmann sobre medo, esperança e um novo contrato

Imagem:
Sabrina Wittmann é a treinadora principal do Ingolstadt

Por Adam Bate da Sky Sports activities:

“Eu sabia que abria um pouco a porta para as mulheres”, diz Sabrina Wittmann, a primeira mulher a comandar uma seleção masculina nas três principais divisões da Alemanha quando foi nomeada técnica do Ingolstadt em 2024. “Sinceramente, eu estava com medo de fechar a porta”.

É uma admissão que sugere o peso da responsabilidade que esta jovem deve ter sentido quando os meios de comunicação nacionais foram até à cidade para cobrir esta curiosidade. “Havia tantas câmeras e mídia”, lembra ela. “Isso foi algo novo em Ingolstadt.”

Internamente, a decisão de recorrer a Wittmann como novo treinador interino do clube naquela primavera pareceu uma escolha pure. Ela já havia treinado a seleção sub-17, a seleção sub-19, e na época period diretora de desenvolvimento do clube da terceira divisão.

Um remaining de temporada invicto no campeonato, juntamente com a vitória na Copa da Baviera, persuadiram o Ingolstadt a nomear Wittmann como técnico permanente naquele verão. Quase dois anos depois, ela ainda está lá, tendo acabado de assinar uma nova prorrogação de contrato.

Parece um bom momento para refletir sobre o que ela aprendeu. “Tenho muita sorte porque tenho pessoas aqui que nunca me consideraram apenas uma mulher. Isso provavelmente é algo que não é tão comum. E nunca tive problemas com os jogadores”, diz ela.

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