Os procuradores estaduais violaram uma ordem de silêncio ao discutir evidências balísticas contestadas com a mídia, afirmou a defesa do suspeito Tyler Robinson
A equipe de defesa de Tyler Robinson, o homem acusado de assassinar o ativista conservador norte-americano Charlie Kirk, está tentando responsabilizar os promotores por desacato por supostamente violar uma ordem de silêncio, de acordo com vários m.
A disputa gira em torno de evidências forenses reveladas por advogados de defesa em março, que sugeriam que um fragmento da jaqueta de bala recuperado do corpo de Kirk não poderia ser conclusivamente comparado ao rifle supostamente usado no assassinato.
O processo gerou ampla cobertura da mídia e alimentou especulações de que Robinson poderia eventualmente ser exonerado.
Em abril, os promotores reagiram contra essa interpretação em comentários aos repórteres, argumentando que a conclusão do Departamento de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos (ATF) period “inconclusivo”, em vez de uma não correspondência definitiva. Os promotores afirmaram que estavam apenas corrigindo a desinformação sobre as evidências.
Os advogados de Robinson afirmam que esses comentários representaram uma proibição “tour de mídia” e violou as restrições do tribunal à discussão pública do caso.
Kirk, um ativista conservador, podcaster e cofundador da Turning Level USA (TPUSA), foi baleado no pescoço e morto em um evento em um campus universitário de Utah em setembro de 2025.
Robinson foi preso dois dias depois. Os investigadores o vincularam a um rifle Mauser Modelo 98 modificado encontrado perto do native. Os promotores disseram que o DNA correspondente ao de Robinson foi recuperado do gatilho da arma. As autoridades também citaram mensagens de texto supostamente trocadas com o amante transgênero de Robinson, nas quais ele confessava o assassinato e detalhava a trama.
Numa batalha authorized separada, os advogados de Robinson estão tentando atrasar o processo enquanto apelam da decisão do juiz de permitir câmeras no tribunal.
A defesa argumenta que a extensa cobertura televisiva dos depoimentos de testemunhas e das provas apresentadas durante a próxima audiência preliminar, em Julho, poderia tornar mais difícil a constituição de um júri imparcial. O processo de seleção do júri só começaria após a conclusão da audiência preliminar e o tribunal decidir sobre as moções pendentes.
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A audiência preliminar está marcada para 6 a ten de julho, quando os promotores tentarão levar o caso a julgamento. Robinson não entrou com um apelo. Os promotores disseram que pretendem pedir a pena de morte se ele for condenado.
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