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370 bilhões de grilos criados todos os anos podem realmente sentir dor, sugere um novo estudo chocante

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370 bilhões de grilos criados todos os anos podem realmente sentir dor, sugere um novo estudo chocanteAnais da Royal Society B questiona a velha crença de que os grilos são apenas criaturas simples que reagem a estímulos como robôs. Os cientistas notaram algo interessante: os grilos parecem cuidar de si mesmos cuidando apenas dos membros machucados e ignorando aqueles que estão bem. Isto sugere que eles podem sentir dor de uma forma mais complexa do que pensávamos antes. Como resultado, discute-se agora se estes insectos têm alguma forma de consciência, o que nos leva a considerar o quão ético é continuar uma indústria sem directrizes legais adequadas para o seu bem-estar.

Pesquisas dizem que 370 bilhões cultivavam Acheta domesticus pode sentir dor

Os pesquisadores descobriram que os grilos domésticos (Acheta domesticus) não reagem apenas ao calor ou aos ferimentos com retirada imediata; eles exibem ‘autoproteção flexível’. Após uma lesão, os grilos foram observados repetidamente limpando e protegendo o native específico do trauma, conforme observado em um estudo publicado na revista Proceedings of the Royal Society B. Esse comportamento indica que o sistema nervoso do inseto está processando a lesão como um estado negativo e duradouro, em vez de um reflexo momentâneo. Esta distinção é crítica na pesquisa da senciência animal, pois sugere a presença de uma experiência sentida de dor.

Por que o comportamento do Cricket sugere verdadeira senciência

A nocicepção envolve simplesmente a detecção de estímulos prejudiciais. A dor, por outro lado, é como vivenciamos emocionalmente esse dano. A pesquisa sugere que os grilos vão além de apenas sentir o perigo; suas ações de proteção mudam com base na situação. Quando os cientistas aplicaram calor ou estresse mecânico variados, os grilos mostraram preferência por proteger os membros lesionados. Esse comportamento sugere uma resposta cerebral semelhante à dos vertebrados. Parece que os grilos podem processar detalhes sensoriais em um estado interno complexo semelhante ao sofrimento, como observado em um estudo publicado na revista Proceedings of the Royal Society B.

370 mil milhões de razões para repensar o bem-estar animal

De acordo com o Journal of Bugs as Meals and Feed, todos os anos, 370 mil milhões de grilos são criados em explorações agrícolas, o que provoca um sofrimento potencialmente vasto. Atualmente, muitos agricultores matam esses insetos triturando-os, fervendo-os ou congelando-os lentamente, porque acreditam que os grilos não sentem dor. Se os grilos possuírem a capacidade de sentir dor, estes métodos poderão representar um problema significativo de bem-estar animal. Portanto, a pesquisa indica uma necessidade urgente para a indústria criar métodos humanos para matar grilos e proporcionar melhores condições de vida. Esta abordagem deve reflectir as normas aplicadas aos animais de criação, como vacas e porcos, para reduzir o sofrimento em grande escala.

Por que os invertebrados são deixados para trás

A descoberta da dor dos insetos cria um vácuo regulatório significativo. A maioria das leis de bem-estar animal em todo o mundo exclui explicitamente os invertebrados, deixando milhares de milhões de criaturas sencientes sem protecção authorized. Os especialistas em ética apelam agora a uma abordagem baseada no princípio da precaução: se existe uma possibilidade razoável de um animal sofrer, devemos agir como se isso acontecesse. Isto poderia levar a novos padrões internacionais para alojamento, transporte e matança de insetos, mudando fundamentalmente a economia e as operações do mercado world de proteínas alternativas.

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