A vida parecia estar em espera. A rua principal ainda estava decorada para o Ramadã e quase todas as casas pareciam abandonadas. A aldeia estava tranquila, mas não em paz. Perto da mesquita, conheci dois primos, Fatmeh e Dunya, ambos na casa dos 80 anos. Do lado de fora, uma faixa prestava homenagem ao falecido líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, morto por Israel em 2024. “Testemunhámos muitas guerras. Mas nunca partimos”, disse Fatmeh. “Aconteça o que acontecer, pensamos que morreríamos em nossas casas em vez de partir.”

