
A França enviou o Charles de Gaulle – e as fragatas que o acompanham – para o Mediterrâneo no início de Março, pouco depois dos ataques EUA-Israelenses ao Irão terem desencadeado a guerra na Ásia Ocidental.
Está no Mediterrâneo Oriental desde 9 de março, como parte daquilo que o Presidente Macron chamou de uma postura “puramente defensiva” de apoio aos aliados da França no conflito.
O jornal Le Monde informou na quinta-feira que o corredor correu em círculos em um navio em movimento em 13 de março no meio do mar a noroeste de Chipre, de acordo com seu perfil público no aplicativo de rastreamento de health Strava, enquanto imagens de satélite mostravam que o porta-aviões estava nas imediações no momento. A mesma pessoa também corria em Copenhaga, na Dinamarca, no closing de fevereiro, através de uma ponte de Malmo, na Suécia, onde o Charles de Gaulle estava ancorado na altura, mostraram dados do Strava.
As forças armadas francesas disseram à AFP que seriam tomadas medidas apropriadas se o relatório fosse verdadeiro, já que os membros da Marinha eram regularmente lembrados sobre o risco de violações de segurança usando tais aplicativos. “O caso relatado – se confirmado – não cumpre as instruções atuais”, afirmou.
Em 2024, o Le Monde informou que os guarda-costas de Macron, do então presidente dos EUA, Biden, e do presidente Putin, estavam inadvertidamente divulgando informações sobre o seu paradeiro enquanto os acompanhavam em viagens. Em 2018, os mapas do Strava mostraram a localização de militares dos EUA e aliados no Iraque, na Síria e no Afeganistão.